Rastreamento (página provisória) 

13 de novembro de 2016

Rastreamento da Família Lucena do Rio de Janeiro rumo aos Estados do Nordeste.

  • 13 de novembro,  domingo

7:00 H

10:00 H

11:00 H


NOTA DE RETRATAÇÃO

2 de julho de 2016

No ano de 2009 eu participei de um debate sobre a naturalidade da orientação sexual dos homossexuais com um apologista da filosofia cristã no qual usei argumentos que possuem algumas declarações que precisam ser esclarecidas e retratadas de acordo com o meu pensamento atual – ano de 2016 – ano desta RETRATAÇÃO.
Eu gostaria de me retratar a respeito de dois argumentos utilizados no debate, que podem ser considerados como ultrapassados atualmente:

1. “O pensamento de que a homossexualidade é abominável aos olhos de Deus é um pensamento que pode ser crido e sustentado por quantos possam crer nisso. O que não devemos fazer é inferir que esse pensamento (simples pensamento no mais restrito sentido da palavra) deva ser universalizado e imposto legalmente. Esse tipo de pensamento é um equivalente perfeito ao pensamento de racismo pregado por muitos grupos considerados ilegais, isto é, o pensamento ou ideologia pode até existir e ser crido, mas jamais legalizado ou universalizado, pois não possui base racional, científica”.
2. “Será que quando aqueles fanáticos fundamentalistas do Islã queimam com bombas pessoas indefesas devido às suas crenças particulares tais pessoas queimadas devem, por direito, ser classificadas como ‘incrédulas’? A crença ou a ‘verdade’ é deles e só existe nas suas mentes perturbadas. Que tem isso a ver? (…) Ora, o fanatismo terrorista deles está para as bombas assim como a ‘demonização’ das pessoas diferentes está para nós, ocidentais. Qual a diferença em se queimar uma pessoa literalmente e condenar ao ostracismo uma outra de forma psicológica? Quando se diz no início deste debate que ‘nos orgulhamos de sermos a imagem do criador’, o que é isso, a não ser dizer que os gays e lésbicas são a imagem do diabo e que estão condenados ao sofrimento eterno? (…) O terrorismo não começa no explodir das bombas. De forma alguma! Ele começa na nossa mente! Isso mesmo! Quando condenamos uma pessoa internamente, na psiquê, o nosso genocídio futuro será apenas uma questão de contexto histórico ou de oportunidade. A História está aí para nos mostrar tudo isso.”
Fonte: https://marcondeslucena.wordpress.com/2009/06/21/homossexualidade/

 

RETRATAÇÃO:
A respeito do argumento 1.
Gostaria de esclarecer que a ideologia da condenação às práticas homossexuais por Deus, que é seguida pela maioria dos religiosos, NÃO é “um equivalente perfeito ao pensamento de racismo pregado por muitos grupos considerados ilegais”. Este argumento foi usado à época, de forma equivocada, para sustentar que a pessoa possui a liberdade de acreditar até mesmo em coisas consideradas ilegais e não ser punida por isto, desde que não propague esta ideologia pessoal e nem incentive a violência a outras pessoas. No entanto, este não é o caso da crença religiosa. As pessoas acreditarem e pregarem o seu credo, conforme está estabelecido em seus escritos sagrados, não é algo ilegal e que não deva ser propagado ou falado. A Constituição de 1988 incentiva a liberdade de crença e de expressão. Portanto, se a pregação da condenação das práticas homossexuais não for feita de forma que incentive a violência e a intolerância, é inapropriado que a equiparemos ao racismo ou a outras formas de práticas ilegais.
A respeito do argumento 2.
Foi feito um paralelo entre os genocídios históricos e as ideologias que eram usadas para justificá-los. Embora eu continue sustentando que este processo sociológico seja verdadeiro, a argumentação foi inapropriada e incabível, para não dizer desnecessária. Embora a linha de raciocínio estivesse correta, a argumentação não levou em consideração, de forma mais ampla, os demais fatores histórico-culturais envolvidos na execução da violência e dos genocídios, limitando-se de forma incoerente, pelo menos de forma aparente, ao fator ideológico.

TENDO COMO BASE – 1. O exposto acima; 2. As palavras publicadas por mim na “página inicial” deste site, a saber: “Este meu site pessoal não é imparcial. Outrossim, está completamente aberto a debates e a futuras alterações.”; 3. As palavras publicadas por mim na página “Padrão do Blog”, a saber: “Este site está aberto a opiniões diversas sobre os assuntos publicados. Nenhum comentário é censurado ou excluído (exceto quando se utiliza linguagem agressiva ou em desobediência à legislação em vigor), e todos são respondidos a seu tempo, com direito a tréplicas. Este blog não defende verdades absolutas e está suscetível a modificações e retratações posteriores. (…) Qualquer pessoa pode enviar críticas, reclamações e sugestões para o responsável por este blog, inclusive solicitando retratações e correções.”; e em outros locais, com afirmações semelhantes – eu gostaria de me desculpar publicamente pelo uso dos argumentos apresentados no contexto desse debate em pauta, de 2009. Qualquer pessoa que tenha visto o debate ou que venha a ter acesso ao mesmo, numa época posterior a esta publicação, deve levar em consideração esta RETRATAÇÃO e observar as considerações feitas acima ao se deparar com os argumentos em questão.
Eu, MARCONDES LUCENA, sou a favor da liberdade de crença e da liberdade de expressão da crença, bem como a favor de qualquer tipo de liberdade que não interfira negativamente nos direitos de outras pessoas, ou que corresponda a uma ilegalidade. Sou também favorável a que cada pessoa, no exercício de sua liberdade, e individualmente, possa ter e exercer o direito e o dever de encarar as consequências desta liberdade. Sou favorável, novamente, a que as pessoas possam ter o direito da defesa e do contraditório, bem como da retratação, pois todos, numa democracia, estão sujeitos ao equívoco e às más interpretações.
A democracia é realizada ou aprimorada, na maioria das vezes, por meio de erros e acertos, tentativas e consequências. A seriedade e a justiça são mais importantes do que o nosso orgulho pessoal. Grupos ou instituições colegiados são maiores do que os seus membros que os constituem individualmente, e se exteriorizam, sobrepondo-se aos mesmos.
Gostaria de reiterar as minhas desculpas sinceras a todas as pessoas que se sentiram ofendidas ou que venham a se sentir assim, no futuro, pelos assuntos considerados aqui nesta RETRATAÇÃO e dizer que lamento pelo uso daqueles argumentos inconclusivos e inapropriados. Argumentos como esses, neste caso específico, não levam a uma evolução ou amadurecimento das questões mais amplas que estavam em consideração naquele debate, e que deveriam ser o ponto principal: TODOS os Direitos Humanos. Esta evolução ou amadurecimento, temo em dizer, ainda irá se prolongar por várias gerações, num processo lento e gradual. Mas, desde então, ele já está em andamento e é algo inevitável. É o nosso destino. É o próprio destino natural de todas as coisas.
Obrigado.


Por Onde Tenho Andado na Minha Vida

22 de junho de 2016

Alguns dos lugares que já tive a oportunidade de conhecer até o momento na minha vida.

Ano: 2016

 


Mensagem para o ano 2016

22 de junho de 2016

Mensagem para o ano 2015 aos leitores deste Website

e aos seguidores da conta associada, no site Facebook.


Existências Paralelas

31 de janeiro de 2016

Há uma possibilidade da realidade existencial ser um continuum de realidades paralelas, que se finalizam e se interceptam ininterruptamente. Não poderíamos experimentar a morte definitiva, neste caso,  mas a experimentaríamos repetidamente,  a todo o tempo,  e em todas as possibilidades,  sem sabermos. A vida como conhecemos,  neste momento,  são simples escapatórias de realidades em que não escapamos.

image

A eternidade é um agora sem fim...

A morte seria a finalização de uma determinada realidade.  Enquanto o fato de estarmos vivos,  a escapatória ou a continuidade de uma outra realidade,  sempre paralela, mas não interceptada diretamente…

Quando morre alguém e tomamos conhecimento disso,  é que a realidade daquela pessoa foi interceptada por nossa realidade paralela de escapatória.  Talvez as pessoas saibam de nossa morte,  num outro continuum.

De um modo ou de outro,  quando a realidade paralela da finalização chegar,  de forma intercalada,  e não houver escapatória, finalizar-se-á esta sensação enganosa de continuidade ininterrupta da realidade.

Outras realidades paralelas devem dar continuidade.  Mas nós já teremos sido definitivamente interceptados pela morte.  Isto ninguém sabe… Mas talvez voltemos à realidade da não-existência,  ou inconsciência,  típica de antes do nascimento.

Marcondes Lucena


Morre Raymond Franz… Florescem Testemunhas de Jeová…

26 de janeiro de 2016

No dia 2 de junho de 2010 veio a falecer Raymond Franz, depois de passar dois dias no estado de coma, em decorrência de um acidente vascular cerebral (AVC). Franz morreu aos 88 anos. Ele passou boa parte dessa longa vida dedicado ao trabalho de propagação da obra de evangelização das Testemunhas de Jeová.  Chegou ao cargo máximo na Organização,  membro do Corpo Governante, que é um grupo de superintendentes (como são chamados os “pastores”  entre elas) que lideram mundialmente as Testemunhas.

image

Raymond Franz

Depois de servir por muito tempo como Missionário das Testemunhas de Jeová,  Raymond Franz retornou aos Estados Unidos,  onde foi designado para participar na elaboração de uma enciclopédia bíblica para a Organização.  O resultado deste projeto foi publicado na época com o título “Ajuda ao Entendimento da Bíblia”, de 1969. Em 1971 Raymond Franz foi convidado a fazer parte do Corpo Governante.

Depois de participar por 9 anos deste grupo,  Franz passa a discordar pessoalmente do andamento organizacional e em 1980 entrega o seu cargo como membro do grupo colegiado.  Ele deixou a Sede Mundial das Testemunhas de Jeová e mudou-se com a sua esposa,  Cynthia, para a cidade de Gadsden,  no Estado do Alabama.  Em 31 de dezembro de 1981, Raymond e Cynthia Franz foram desassociados (excomungados) por uma comissão de superintendentes locais.  Com o tempo,  Raymond Franz tornou-se o maior crítico da história das Testemunhas de Jeová.  A leitura ou a posse de suas publicações é considerada pela Organização como apostasia,  e pode levar qualquer Testemunha de Jeová à pena de desassociação. Raymond Franz escreveu duas obras: “Crise de Consciência” (1983) e “Em Busca da Liberdade Cristã” (1991). Em 1988 o Corpo Governante das Testemunhas de Jeová lançou uma nova enciclopédia da Bíblia,  com o título “Estudo Perspicaz das Escrituras” . Esta obra é uma reedição da enciclopédia anterior, e tornou-se a publicação mais erudita da história das Testemunhas de Jeová até a atualidade.

Embora as críticas de Raymond Franz tenham provocado bastante “dor de cabeça”  para as Testemunhas de Jeová e sua liderança,  o livro oficial que conta a história da Organização,  “Testemunhas de Jeová –  Proclamadores do Reino de Deus”, não faz qualquer menção a este ex-membro do Corpo Governante.

As Testemunhas de Jeová estão se modernizando gradualmente. Aos poucos, vêm abandonando as interpretações polêmicas das Escrituras, devido algumas incoerências incontestáveis.  Calcula-se que existam bem mais de 10 milhões de pessoas associadas a esta religião na atualidade. Franz morreu…  Mas quanto às Testemunhas, parece que estão florescendo cada vez mais…

Marcondes Lucena


Adeus ao Inesquecível Han Solo

8 de janeiro de 2016

A morte de Han Solo (Harrison Ford) em O Despertar da Força deixou muitos fãs emocionados.  Mas isto,  na verdade,  não era algo inesperado.

image

É do estilo do roteirista J. J.  Abrams fazer uma espécie de homenagem aos personagens antigos das franquias (cria um elo com o passado e agrada aos fãs veteranos) enquanto acrescenta novos elementos,  que garantem um desenrolar para futuros episódios.

Quem conhece bem a Saga Star Wars,  e seus bastidores,  sabe que o personagem Han Solo,  por mais querido e emblemático que fosse,  já tinha “sofrido” uma ameaça de desaparecimento desde o episódio V,  O Império Contra-ataca.  Por questões contratuais,  havia incerteza sobre a sua participação no próximo episódio,  VI,  O Retorno do Jedi. A solução para a dúvida? Solo foi congelado em Carbonita,  sob as ordens de Vader.

O novo personagem Finn,  de O Despertar da Força,  será seu provável “substituto”.  Ele possui as mesmas características de Han Solo: é um aventureiro (um desertor do exército); não possui a Força; é crucial em muitos momentos; possui o viés humorístico e,  por fim,  parece ter uma queda pela protagonista (que possui a Força,  a Rey).

Star Wars ainda tem muito o que apresentar.  A Força é poderosa nesta mais bem-sucedida franquia da História do Cinema.

Marcondes Lucena