Apresentação Pessoal

Marcondes Lucena, chamado pela maioria dos amigos de Conde. Nascido na cidade de Campina Grande, Estado paraibano, no Nordeste do Brasil.

Eu morei na cidade de Fagundes, no interior daquele Estado, até os 16 anos. Gradualmente a família Lucena vem mudando-se da região Nordeste para as demais regiões brasileiras. O ramo Lucena de Farias, ao qual pertenço, terminou a migração para a cidade do Rio de Janeiro em 2003. O nome Marcondes foi escolhido em homenagem ao médico e político brasileiro Marcondes Gadelha — na época, candidato apoiado pela família.

Após a conclusão do Ensino Médio no Rio, ingressei no curso de Ciências Sociais (Sociologia) na Fundação Educacional Unificada Campo-Grandense (FEUC). Após isto, passei ao ativismo político. Eu participo e/ou apoio de diversas causas e movimentos sociais, como movimentos pelos Direitos Humanos; movimentos pelo direito social de igualdade para as mulheres;  movimentos contra a homofobia, contra o racismo, contra a xenofobia; movimentos pelo direito ao acesso à moradia para todos; etc. Acredito que os preconceitos devem ser combatidos por meio da educação e que este processo é inevitável.

Não obstante, dizer o que somos por meio de palavras é uma tarefa difícil, visto elas (as palavras) serem meros simbolismos abstratos. Mas nós somos a realidade. E cada realidade representa um universo.

O que seria do Universo sem a nossa concepção que temos dele? Embora ele existisse objetivamente, não teria um significado para nós, portanto nada importaria. O que o Universo é depende de nós mesmos. O melhor desta vida é conhecer outros universos, isto é, as concepções do Universo por outras pessoas. Só a conexão entre vários universos possibilita a vivência plena do universo pessoal de cada um. Tudo que somos herdamos de outros universos, coercitivamente, e às vezes inconscientemente. Tudo é cultural, exceto as questões fisiológicas. Temos a obrigação de escolher os preconceitos mais úteis possíveis que nos foram passados pelas gerações passadas. É preciso construir, desconstruindo, um outro universo em nós mesmos por meio de atribuições conscientes de fatores culturais inovadores e que sejam direcionados tanto à defesa da vida como à prática do universalismo.Como cada um vive o Universo é um reflexo simples de como ele encara este mesmo Universo. Quanto melhor a interpretação, melhor a vivência. O bem e o mal é o que é e o que não é de proveito para a sociedade, respectivamente. A pedra de toque deve ser, evidentemente, os fatores fisiológicos primários: a preservação da vida de forma pragmática.

Eu possuo e sigo uma filosofia pessoal. Minha religião é a simplicidade…

Devemos sempre nos lembrar que o apego à materialidade representa apenas uma busca infindável pela frustração constante, visto as coisas físicas estarem em contínua decomposição. De modo que até mesmo o apego exagerado à ideia de eternidade ou de imortalidade pode dificultar a aceitação da naturalidade da decomposição física da vida.

Aceitar as limitações do ser humano e saber e reconhecer a nossa ignorância pode nos ser útil como o principal sentido na obtenção das respostas, tão visadas nesta existência! A troca de informações é muito útil para a sociedade e para cada pessoa como indivíduo. Cada pessoa representa informações, experiências e vivências únicas.

Aqueles que vêem nas pessoas apenas mecanismos de aproveitamento levarão vidas vazias e frustrantes. Elas precisarão evoluir ou progredir melhor, para serem pessoas melhores, e viver vidas melhores. Portanto, apegue-se às pessoas e ao que elas são de bom enquanto isto é possível!

Se a pessoa acreditar, talvez possa ser ou se sentir feliz…

O amor universal e incondicional (ou Amorismo) é a única solução para a humanidade.


∞ Marcondes Lucena ®
conde www.marcondeslucena.wordpress.com

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